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SÉRIE "AS GRANDES FAMÍLIAS" - A FAMÍLIA DE HONÓRIO MARTINS
Honório Martins, baiano de nascimento, foi proprietário de uma chácara dentro da cidade jacarezinhense, defronte o que é hoje, o portentoso prédio do IBC entre a Avenida Manoel Ribas e a Rua Paraná e de um sítio na Água Feia.
A cidade prosperava num ritmo agitado e permanente com diversas aberturas de ruas, guias, calçadas e inúmeras construções em andamento.
Ali no chão batido da Avenida, residia com a sua esposa e companheira Paschoalina Chimento Martins. O casal teve treze filhos: 1) Honório , 2) Paschoal , 3) Guiomar, 4) Antônio, 5) Arnaldo, 6) Armando, 7) Álvaro, 8) Adalgiza, 9) Adhemar, 10) Aroldo, 11) Adair, 12) Ayd e 13) Antenor.
A sua atividade profissional era empreitar e detinha à época 22 bens semoventes (carrocinhas) que era o meio de transporte mais usado nas construções à época. Um empreendedor nato, prestava serviços de limpeza e terraplanagem. Trabalhou executando e levando mercadorias com suas carrocinhas nas obras das edificações da comunidade.
Honório faleceu em 1921 e sua esposa Paschoalina em 1969, ambos sepultados em Jacarezinho, PR.
A foto retrata a casa na chácara, (hoje Av. Manoel Ribas), pertencente à nora: Eleusa Parise Martins.
Pesquisa: Vicente Estanislau Ribeiro (Vicentinho).
24/03/2016 Publicada por Celso Antônio Rossi
Honório Martins, baiano de nascimento, foi proprietário de uma chácara dentro da cidade jacarezinhense, defronte o que é hoje, o portentoso prédio do IBC entre a Avenida Manoel Ribas e a Rua Paraná e de um sítio na Água Feia.
A cidade prosperava num ritmo agitado e permanente com diversas aberturas de ruas, guias, calçadas e inúmeras construções em andamento.
Ali no chão batido da Avenida, residia com a sua esposa e companheira Paschoalina Chimento Martins. O casal teve treze filhos: 1) Honório , 2) Paschoal , 3) Guiomar, 4) Antônio, 5) Arnaldo, 6) Armando, 7) Álvaro, 8) Adalgiza, 9) Adhemar, 10) Aroldo, 11) Adair, 12) Ayd e 13) Antenor.
A sua atividade profissional era empreitar e detinha à época 22 bens semoventes (carrocinhas) que era o meio de transporte mais usado nas construções à época. Um empreendedor nato, prestava serviços de limpeza e terraplanagem. Trabalhou executando e levando mercadorias com suas carrocinhas nas obras das edificações da comunidade.
Honório faleceu em 1921 e sua esposa Paschoalina em 1969, ambos sepultados em Jacarezinho, PR.
A foto retrata a casa na chácara, (hoje Av. Manoel Ribas), pertencente à nora: Eleusa Parise Martins.
Pesquisa: Vicente Estanislau Ribeiro (Vicentinho).
24/03/2016 Publicada por Celso Antônio Rossi
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