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Tiro de Guerra e a rua Paraná
Esta é uma parte da rua Paraná que quase não existe mais. Trata-se da segunda quadra depois da praça Rui Barbosa, valendo registrar que o único prédio ainda existente é o primeiro visto parcialmente e que hoje é parte das Casas Pernambucanas. À época ali estava o famoso Bar do Jorge, de Jorge José Pedro que mantinha nos fundos um espaço reservado para a prática da sinuca. O prédio seguinte é a Casa Nunes, de Nestor Nunes, já naquele tempo fechada e quase que totalmente abandonado como se pode ver pela sua fachada tomada por propaganda política. Em seguida o imóvel que servia de residência da Família de Henrique setti e que havia falecido por aqueles dias. Mais adiante o Bar do Vallin e por último, na esquina, onde mais tarde foi construído o prédio da Caixa Econômica (hoje, Justiça Federal), o predinho que tinha uma loja de armarinhos e acessórios, da Sra. Julita. Todos esses prédios, à exceção do primeiro, foram demolidos ou reformados de tal forma que perderam sua identidade original. Atravessando a rua o sobrado que ainda hoje existe. E por fim, desfilando em 25 de agosto de 1949, Dia do Soldado, o Tiro de Guerra 185. (Acervo, Antônio Baldin; intermediação, Vicente Estanioslau Ribeiro, vicentinho).
01/02/2010 Publicada por Celso Antônio Rossi
Esta é uma parte da rua Paraná que quase não existe mais. Trata-se da segunda quadra depois da praça Rui Barbosa, valendo registrar que o único prédio ainda existente é o primeiro visto parcialmente e que hoje é parte das Casas Pernambucanas. À época ali estava o famoso Bar do Jorge, de Jorge José Pedro que mantinha nos fundos um espaço reservado para a prática da sinuca. O prédio seguinte é a Casa Nunes, de Nestor Nunes, já naquele tempo fechada e quase que totalmente abandonado como se pode ver pela sua fachada tomada por propaganda política. Em seguida o imóvel que servia de residência da Família de Henrique setti e que havia falecido por aqueles dias. Mais adiante o Bar do Vallin e por último, na esquina, onde mais tarde foi construído o prédio da Caixa Econômica (hoje, Justiça Federal), o predinho que tinha uma loja de armarinhos e acessórios, da Sra. Julita. Todos esses prédios, à exceção do primeiro, foram demolidos ou reformados de tal forma que perderam sua identidade original. Atravessando a rua o sobrado que ainda hoje existe. E por fim, desfilando em 25 de agosto de 1949, Dia do Soldado, o Tiro de Guerra 185. (Acervo, Antônio Baldin; intermediação, Vicente Estanioslau Ribeiro, vicentinho).
01/02/2010 Publicada por Celso Antônio Rossi
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