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Rua Paraná, 1950
Embora a foto esteja danificada, a imagem que ela mostra é importante: as duas primeiras quadras da rua Paraná, depois da praça Rui Barbosa, com as construções antigas e que em 1950 ainda predominavam. À esquerda, o primeiro prédio, residência da Família Abu-Jamra anexa à casa de comércio, transformou-se em portas comerciais. Na sequência o sobrado em que funcionou a Relojoaria Suissa, Real, etc, ainda resiste ao tempo. Em seguida o sobrado mais antigo do norte do Paraná e que sofreu alteração na primeira parte, onde era o bar do Tripotti com a sacada ao alto. Ali mais tarde funcionou o Laboratório Diniz já com essa parte totalmente alterada. O mesmo prédio, na sequência, não sofreu mudança. O imóvel seguinte foi demolido recentemente e era onde funcionada ultimamente o Bar do Jaimen, e antes a loja A Nacional, Bar do Jorge, etc. O prédio seguinte, Café do Norte, também foi demolido e erguido um edifício de 4 pavimentos onde funcionou no térreo a agência do Bamerindus. Atravessando a rua a sede local do Banco do Estado do Paraná, demolida e eeguida outra. À direita, a única transformação foi com relação ao 1º imóvel, que transformou a entrada residencial da Família Melco em portas comerciais.
15/03/2009 Publicada por Celso Antônio Rossi
Embora a foto esteja danificada, a imagem que ela mostra é importante: as duas primeiras quadras da rua Paraná, depois da praça Rui Barbosa, com as construções antigas e que em 1950 ainda predominavam. À esquerda, o primeiro prédio, residência da Família Abu-Jamra anexa à casa de comércio, transformou-se em portas comerciais. Na sequência o sobrado em que funcionou a Relojoaria Suissa, Real, etc, ainda resiste ao tempo. Em seguida o sobrado mais antigo do norte do Paraná e que sofreu alteração na primeira parte, onde era o bar do Tripotti com a sacada ao alto. Ali mais tarde funcionou o Laboratório Diniz já com essa parte totalmente alterada. O mesmo prédio, na sequência, não sofreu mudança. O imóvel seguinte foi demolido recentemente e era onde funcionada ultimamente o Bar do Jaimen, e antes a loja A Nacional, Bar do Jorge, etc. O prédio seguinte, Café do Norte, também foi demolido e erguido um edifício de 4 pavimentos onde funcionou no térreo a agência do Bamerindus. Atravessando a rua a sede local do Banco do Estado do Paraná, demolida e eeguida outra. À direita, a única transformação foi com relação ao 1º imóvel, que transformou a entrada residencial da Família Melco em portas comerciais.
15/03/2009 Publicada por Celso Antônio Rossi
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Me rendo às datas e digo porque, na foto de 1.949, quando se olha o poste à esquerda, logo atrás dele há um muro com um terreno,na foto de 1949 nesse terreno não há qualquer folhagem, já na foto de 1950 se percebe um arbusto. Conclusão, embora o carro seja o mesmo e as roupas continuem penduradas na prota da loja, é certo que se trata do mesmo ângulo, talvez o mesmo fotógrafo, mas em épocas diferentes!!!
16/03/2009 21:30
Milton Vizini
mvizini@terra.com.br
Nos anos 51 e 52 várias vezes comi essas iguarias, principalmente o sanduiche de pernil
16/03/2009 16:33
eduardo
digiovanni@himetra.com.br
Celso, no dia 13.10.2008, tem postada uma foto do mesmo ângulo, provavelmente do mesmo fotógrafo e no mesmo dia, em diferentes horários, aquela do dia 13.10 deve ter sido tirada logo após o almoço, ali pelas 13:00 enquanto essa deve ter sido tirada lá pelas 15:00/15:30.
16/03/2009 15:10
Milton Vizini
mvizini@terra.com.br
Na década de 50, por um breve período trabalhei no bar do Sr. Luiz Tripoti, onde se comia um salgadinho ou um sanduíche de pernil saborosos e inesquecíveis, preparados pela sua esposa. Me lembro que a residência ficava na parte de cima do bar. LP
15/03/2009 11:49
Lorival Posssetti
lorivalpossetti@uol.com.br
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