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Pelas estradas de antigamente...
O "pé-de-bode" (como eram conhecidos esses veículos na época) conduzido por um motorista para na estrada, possivelmente em razão de algum problema, ou no próprio veículo ou na estrada, tanto que o passageiro, talvez seu proprietário, deitado à beira da estrada parece conformado... Algumas observações merecem ser anotadas: o volante do veículo localiza-se à direita; o motorista uma quepe, como foi costume durante muito tempo; o veículo traz o número 3, indicando que poucos eram os veículos na época, na cidade; o passageiro deitado na estrada, embora bem trajado, não estava muito preocupado em sujar a roupa; e a estrada... bem, a estrada era aquela que se vê... A foto é das primeiras décadas do século XX e a estrada, uma das que existiam por Jacarezinho.
28/02/2009 Publicada por Celso Antônio Rossi
O "pé-de-bode" (como eram conhecidos esses veículos na época) conduzido por um motorista para na estrada, possivelmente em razão de algum problema, ou no próprio veículo ou na estrada, tanto que o passageiro, talvez seu proprietário, deitado à beira da estrada parece conformado... Algumas observações merecem ser anotadas: o volante do veículo localiza-se à direita; o motorista uma quepe, como foi costume durante muito tempo; o veículo traz o número 3, indicando que poucos eram os veículos na época, na cidade; o passageiro deitado na estrada, embora bem trajado, não estava muito preocupado em sujar a roupa; e a estrada... bem, a estrada era aquela que se vê... A foto é das primeiras décadas do século XX e a estrada, uma das que existiam por Jacarezinho.
28/02/2009 Publicada por Celso Antônio Rossi
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Não resta dúvida que o cidadão que está deitado no barro era um gozador.
Na década de 50, nós possuímos um pequeno caminhão "Ford Bigode", ano 1927, com o qual meu pai fazia pequenos carretos à terceiros ou para uso próprio no transporte de suínos, na época tínhamos um açougue.
Nossa região era desprovida de vias asfaltadas.
Quando chovia, era muito comum situações como esta da foto e aí era necessário colocar correntes nos pneus para sair do atoleiro e poder transitar.
Aos jovens de hoje isso pode parecer estranho, mas não faz tanto tempo assim.
Lorival
03/03/2009 19:37
Lorival Posssetti
lorivalpossetti@uol.com.br
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