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No saguão do Hotel Municipal
Ponto de referência e de encontro político, empresarial e social durante as décadas de 40 a 60, no Hotel Municipal escreveu-se páginas importantes da história local. Nesta foto, feita no bonito saguão de entrada, próximo às escadas que conduzem os hóspedes aos pavimentos superiores, personalidades jacarezinhenses por volta de 1949 reúnem-se para registrar aquele encontro. Foram identificados, da esquerda para a direita, de pé: Fróes da Mota (médico oftalmologista), Emílio Ximenes (empresário do ramo de transportes e desportista), Américo Machado da Luz (bancário), Anésio de Almeida Leite (farmacêutico), Orlando Busnardo (professor), Germano Leão Paciornick (engenheiro civil) e Almeida Júnior (cafeicultor). Dos que estão sentados sabe-se apenas o nome de dois deles: José Lemos (deve ser o do centro) e João Abu-Jamra, empresário, provavelmente o último da esquerda para a direita. Possivelmente, o 2º na mesma ordem seja Luiz Setti, agricultor. (acervo: Família Almeida Leite).
20/10/2007 Publicada por Celso Antônio Rossi
Ponto de referência e de encontro político, empresarial e social durante as décadas de 40 a 60, no Hotel Municipal escreveu-se páginas importantes da história local. Nesta foto, feita no bonito saguão de entrada, próximo às escadas que conduzem os hóspedes aos pavimentos superiores, personalidades jacarezinhenses por volta de 1949 reúnem-se para registrar aquele encontro. Foram identificados, da esquerda para a direita, de pé: Fróes da Mota (médico oftalmologista), Emílio Ximenes (empresário do ramo de transportes e desportista), Américo Machado da Luz (bancário), Anésio de Almeida Leite (farmacêutico), Orlando Busnardo (professor), Germano Leão Paciornick (engenheiro civil) e Almeida Júnior (cafeicultor). Dos que estão sentados sabe-se apenas o nome de dois deles: José Lemos (deve ser o do centro) e João Abu-Jamra, empresário, provavelmente o último da esquerda para a direita. Possivelmente, o 2º na mesma ordem seja Luiz Setti, agricultor. (acervo: Família Almeida Leite).
20/10/2007 Publicada por Celso Antônio Rossi
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Aquela porta à direita que fica embaixo da escadaria era a cabine telefônica. Era toda estofada por dentro para isolar a conversa e evitar o barulho de fora, pois com aqueles telefones antigos de manivela tinha que falar alto.
22/10/2007 16:39
José Aparecido Sanches
zezinho_eletro@yahoo.com.br
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