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O Bar Paraná

Com a chegada do casal Mitsoko e Tetsuo Tanabe e seus 4 filhos: Ernesto(*66), Osvaldo (*65), Cecília (*62) e Isaura (*59) para Jacarezinho em dezembro de 1954, vindo do sítio Água do Ligeiro, pertecente a Cambará e próximo da Barra do Jacaré, a família se enveredou para o comércio e se estabeleceu na rua Paraná no início da década de 60, esquina da rua Dr. João Cândido Fortes, com o "Bar Paraná". A princípio com o seu filho Ernesto que ficou apenas 6 meses e depois o seu pai e seu irmão Osvaldo assumiram e tocaram o comércio por 20 anos, só encerrando as atividades no ano de 1980. Além das bebidas, salgados, tinha a sorveteria, onde se fabricava o delicioso "picolé" de groselha e tantos outros. Tinha também, uma mini mesa de sinuca e num canto um espaço para o saudoso Nelson Saquetti André que vendia os seus bilhetes da extração federal e estadual e era um exímio jogador de sinuca, apesar das suas dificuldades físicas. Essa foto já colorida, nos dá uma visão de como era o prédio, que na época pertencia a Alício Maximiano Cunha que depois foi vendido a Epaminondas Rosa e hoje já completamente diferente, pois foi demolido e reconstruído, onde está o escritório de advocacia do Dr. Dirceu Rosa Junior. (Acervo da viúva Mitsoko (*92); intermediação e texto do vereador Vicentinho).
(*) Idade atual.


13/08/2007 Publicada por Celso Antônio Rossi


O meu pai de saudosa memória, Sr. Silço da Silva se estabeleceu no ramo de sapataria no ano de 1974 até 1978, com o nome de Sapataria São Pedro e na sequência o meu irmão Gildo deu continuidade nesse trabalho que hoje, está em extinção.

05/09/2007 10:06 israel da silva isr.da@zip.mail.com.br
Resposta:
E era um trabalho artesanal e que foi imprescindível principalmente nos tempos em que as pessoas tinham um único par de sapatos e ficavam aguardando o sapateiro trocar a sola inteira ou apenas meia-sola, utilizando para isto o chamado "pé de ferro". Bons tempos.

Como vc Eli, meu coração também transborda de saudades, me remeto aos tempos do Marilac e do Aplicação quando funcionava no Cristo Rei, tinha de passar ali, todos os dias, os picolés são mesmo inesquecíveis, mas tinha também o amendoin japones num enorme vidro, vendido a copinhos (de pinga)! Obrigado Celso, por nos proporcionar esse gostinho gostoso da suadade!!!

20/08/2007 17:22 Milton Vizini Corrêa Júnior mvizini@terra.com.br
Resposta:
Eu é que agradeço, Milton, por você também me lembrar tanta coisa boa que eu também vivi (o picolé, o amendoim...). Um grande abraço.

O Vereador agora me encheu o coração de saudade dos tais picolés de groselha...Pena um prédio tão bonito assim ser destruído.

15/08/2007 06:37 Sra. Eli elidemoraes@uol.com.br

Nas duas portas à direita, em um nível mais baixo, funcionava a Sapataria do Daniel Ferreira Dias.

13/08/2007 17:04 Rosalvo Gizzi rosalvogizzi@uol.com.br

E o local também era estratégico para "apreciar a saída" das alunas do Colégio Imaculada e mais tarde Lar São Vicente.

13/08/2007 13:05 Luiz Paulo Monteiro Larcher luizpaulo.larcher@gmail.com

Completando o comentário do Vicentinho: na década de 50 já existia esse bar, com outro nome, mas era um ponto importante para os torcedores de futebol. É que na época nem todo mundo tinha aparelho de rádio e o bar mantinha não só o rádio ligado mas tinha ainda um grande quadro negro com o resultado atualizado de cada gol das partidas do Rio de Janeiro e de São Paulo. Por ali todos passavam para saber como estavam os jogos.

13/08/2007 11:50 Celso Antonio Rossi celsorossi@uol.com.br jacarezinho.nafoto.net

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