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A Igreja da Praça Rui Barbosa
Foto do final da década de 30. Vê-se a Igreja (a maior até então construída em Jacarezinho, mais tarde demolida) e alunos das escolas e a população participando dos festejos. A Praça chamava-se, em razão da Igreja, de Praça da Imaculada Conceição. A Igreja se encontra sobre um barranco pois havia pouco tinha sido feita a terraplanagem da praça, mantendo-a no nível anterior. Aos fundos vê-se as casas que mais tarde deram lugar ao prédio onde hoje se encontra a Farmácia Santo Antônio. A Igreja encontra-se de frente onde hoje é o Hotel Municipal.
07/10/2004 Publicada por Celso Antônio Rossi
Foto do final da década de 30. Vê-se a Igreja (a maior até então construída em Jacarezinho, mais tarde demolida) e alunos das escolas e a população participando dos festejos. A Praça chamava-se, em razão da Igreja, de Praça da Imaculada Conceição. A Igreja se encontra sobre um barranco pois havia pouco tinha sido feita a terraplanagem da praça, mantendo-a no nível anterior. Aos fundos vê-se as casas que mais tarde deram lugar ao prédio onde hoje se encontra a Farmácia Santo Antônio. A Igreja encontra-se de frente onde hoje é o Hotel Municipal.
07/10/2004 Publicada por Celso Antônio Rossi
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É a primeira vez que vejo uma foto desta igreja, a qual meus pais sempre me referiram, contudo, como se chamando Paróquia São Sebastião. Mas isso, provavelmente, não signifique nenhuma contradição, visto que o padroeiro secundário da Catedral e o Padroeiro do Município é mesmo São Sebastião e o padroeiro principal da Catedral é Nossa Senhora Imaculada Conceição... Em todo caso, só o fato ver o monte sobre o qual a igreja estava construída: quanta emoção nos causa! Ver as formas daquela igreja, da qual desde a infância se ouviu e na qual seus avós paternos, sua avó materna, seu pai e sua mãe (ainda adolescentes e começando a namorar) e outros participaram das celebrações: que grande emoção! Que belo exemplo do valor de uma foto como registro da história. É verdade: vê melhor a memória o que está à sua frente. Conta ainda meu pai que, após as missas, os casais saíam, subindo e descendo a r. Paraná, ao som de uma boa música que soava num alto-falante na rua Paraná.
07/04/2010 03:14
Sérgio Eduardo Possetti
possettisergio@ig.com.br
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